Como Aprender Sozinho Pro Vestibular: Aprovados Dão Sugestões

Como Aprender Sozinho Pro Vestibular: Aprovados Dão Sugestões 1

atividades de artes


Segundo Rone, aprovado também com bolsa mérito em Direito pela Escola de Taubaté, o ensino médio foi “complicado” em termos de infraestrutura e assunto. O estudante conta que usou muito a web durante seus estudos em moradia, além de ler muito as publicações do GUIA DO ESTUDANTE, principalmente, o guia de atualidades.


Pela internet, aproveitou bastante a programação do Academia GE, os hangouts do GUIA, que diz ter participado de todos. O conteúdo da redação do último ano foi “A disposição da dureza contra a mulher no Brasil”, ante o qual Rone garantiu 960 pontos. A rotina de Nathalia foi, em inúmeros aspectos, bastante similar à de Rone: além das horas passadas na instituição pela manhã, estudava o restante do dia em moradia. A estudante conta que também usava as apostilas do GUIA, e também assistir a videoaulas online e fazer provas antigas do Enem.


A estudante e seus colegas assim como tiveram a ideia de fazer um grupo de o conteúdo extra está aqui pela biblioteca da faculdade. Em moradia, qualquer um manteve uma rotina bastante estrita de estudos. Nathalia. Um Primeiro Turno De Superação No Atlético-MG , ainda então, ela manejava o estudo de três disciplinas por dia, dividindo por área do conhecimento, em sete horas em moradia. O assunto de Rone foram os estudos pra redação e atualidades, e bem como pra solucionar tua problema em exatas: leu diversas notícias, assistiu inmensuráveis dos vídeos Relacionada Página Inicial e aumentou o tempo dedicado a matemática e física. Para assegurar o sucesso no Enem, os 2 investiram em peso na redação.


Nathalia. Já Rone, além de treinar o texto em si, procurava preparar-se os focos pedidos pra somar mais ideias no seu repertório. E tanto interesse não foi em vão: Rone, neste instante aprovado em História, ainda aguarda o repercussão da segunda chamada para Correto, assim como pela USP. E Nathalia, além da aprovação em Farmácia na UFMG, conseguiu 100% da bolsa de estudos pelo ProUni no curso de Odontologia, no Centro Universitário Newton Paiva. Para ela, toda a aplicação valeu a pena.


Pela tirinha, podemos assumir que o autor se utiliza da inocência de Mafalda para promover reflexão no leitor quanto ao papel da literatura. Quem sabe quem mais sofra com a abertura de vagas pra médicos estrangeiros no Brasil sejam os vestibulandos de Medicina. Imediatamente estamos acostumados a escutar relatos de pessoas que passaram anos em cursinhos pré vestibulares pra tentar uma vaga em Medicina e de pessoas que não chegaram lá por alguns pontinhos. Isto cria um combate claro entre ‘meritocracia’ e vocação, em razão de se é verdade que para cursar Medicina é necessário possuir uma geração sólida pela educação básica, assim como é verdade que vocação conta muito na peculiaridade dos médicos que formamos.


  • Em 10 julho 2013 às 14:22 Ana Gabryella
  • N: hífen, éden
  • Big Data zoom_out_map
  • PROGRAME O Seu Dia a dia EM FUNÇÃO DO CONCURSO, e não ao inverso! Não abra exceções
  • trinta e oito José Francisco Cardoso

Com notas de corte à beira do absurdo pra que alunos entrem em Medicina, temos a realidade de que vários médicos dominam a ciência, entretanto não dominam as humanidades necessárias pra completar a saúde da população brasileira de modo integral. E aí milhares de brasileiros que sonham em ser médicos, inclusive vários que moram nas regiões com pequeno densidade de médicos, se veem atônitos com a notícia de que o Brasil abrirá as portas para médicos de outros países. Não nego a inevitabilidade, a curto período, de receber esses médicos estrangeiros. Rejeitar isso seria também negar a indispensabilidade de que tenhamos mais vagas nas Universidades Públicas para os cursos de Medicina.


Pra não precisarmos de mais médicos estrangeiros, devemos sim aumentar, nem que seja por um ciclo de dez ou vinte anos, o número de vagas para Medicina. Isso deve ser feito de modo atrelada à uma carreira de estado nacional e à regras que só permitam trabalhar na Saúde Suplementar quem estiver pela Saúde Pública. Pesquisas sobressaem que temos cerca de 1,8 médicos por 1 mil habitantes no Brasil.


Cuba tem mais de seis por 1000, o Uruguai tem quase 4 e a Argentina tem 3. O Ministério da Saúde defende que um número bom seria 2,cinco por 1000 (mais 120 1 mil médicos do que temos hoje). O Conselho de Medicina se opõem a isto. Diz que, contando todos os postos de serviço, e não o número de médicos, temos 3,3 médicos para cada mil. Por volta de 1/três dos médicos brasileiros possuem no mínimo três postos de trabalho e trabalham mais de 60 horas por semana, o que não desejamos opinar normal e nem sequer defensável. E o pior é quando comparamos, mesmo na conta por postos de serviço, o número de médicos em postos públicos e em privados.


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